Seja bem vindo(a), Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017
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Mai
Respeitar Sim, fazer apologia Não

Se não é a sociedade gritar, até o governo que não cumpre com o mínimo, o qual seja, dar às nossas crianças e jovens uma educação digna e passar pelo vexame de ver nosso país em 88º lugar entre 128 países, segundo a UNESCO, tem o desplante de gastar milhões de reais para produzir uma cartilha e três filmes, fazendo apologia ao homossexualismo, para serem distribuídos nas nossas escolas.

Todos nós devemos respeitar a opção sexual das pessoas; agora da forma que queriam fazer, estavam mais incentivando a prática da homossexualidade, como se isto fosse a coisa mais natural do mundo.

Temos de ter a coragem de dizer aquilo que realmente pensamos, porém sempre respeitando a opção de cada um. Agora dizer que é normal este tipo de comportamento é um pouco demais.

Todos que levantaram a voz contra a atitude do governo são unânimes em dizer que a prioridade nacional, no campo da educação, não pode ser pautada pelas famosas ONGs que defendem a degradação da família e inúmeras organizações, como a GLBTS, que não tendo nada de bom a fazer, vivem sangrando os cofres públicos com várias idéias mirabolantes como esta da cartilha.

Nosso Ministro da Educação não é de hoje que vem com suas trapalhadas, denegrindo o já combalido sistema educacional brasileiro. Em qualquer país sério este ministro já teria sido demitido do cargo, mas o Brasil é o Brasil e jamais deixará de ser visto mundo afora como o país da piada

Mas o que me deixa mais intrigado é que todos ficam boquiabertos com as violências contra os gays da vida, mas morrem de rir com os personagens das novelas, dos programas humorísticos e tantas outras maneiras, onde exploram o homosexissualismo. Isto não é também uma forma de agressão a estas pessoas?

Precisamos acabar com esta hipocrisia e começarmos a nos indignarmos com o comportamento de vários integrantes desta comunidade GLBTS, que não se dão ao respeito e não precisamos ir longe, basta dar uma passada na Avenida Rio Branco, nas proximidades da antiga Estação da FEPASA, para assistirmos a degradação e a falta de compostura dos ditos “transvestis” Itapirenses.

Sei que alguns Itapirenses vão me criticar por esta postagem, mas para quem acha natural este tipo de coisa, sugiro que levem seus filhos ou netos nas proximidades da antiga FEPASA e tentem explicar aquela verdadeira pouca vergonha que lá acontece.

Está passando da hora de voltarmos a dar mais valor à instituição família.   

      

  

 

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